Fundo garantidor de crédito: como funciona?

fundo garantidor de crédito

O fundo garantidor de crédito, também conhecido como FGC, é um seguro que a maioria dos investidores de renda fixa possuem. 

Basicamente, ele funciona como uma garantia de que o investimento do capital e seus juros serão entregues conforme combinado. 

Porém, existem algumas regras que devem ser seguidas para que o fundo garantidor de crédito funcione. 

Antes de utilizá-lo como seguro, é necessário conhecer quais são os tipos de investimentos que são cobertos e outras características importantes. Por isso, confira a seguir e tire suas dúvidas.

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Fundo garantidor de crédito: Saiba tudo sobre esse seguro!

Grande parte dos investidores de renda fixa são assegurados pelo fundo garantidor de crédito, também conhecido como FGC. Mas para utilizá-lo, é necessário conhecer todas as suas características. 

De maneira geral, o FGC é a garantia que o investidor possui de que o seu capital e os juros serão entregues durante o prazo determinado. 

Esse procedimento é assegurado em todas as ocasiões, até mesmo quando a instituição quebrar ou esteja impossibilitada de pagar o valor. 

Porém, existem algumas regras que devem ser seguidas para garantir isso. E, se você não sabe quais são elas, o primeiro passo antes de utilizar o fundo garantidor de crédito é conhecer sobre ele. 

O que é o fundo garantidor de crédito?

De maneira geral, o FGC é um apoio essencial para reduzir os riscos do investidor ao utilizar a renda fixa para investir. É importante dizer que esse fundo é de uma entidade privada, mas sem fins lucrativos.

Como citado anteriormente, o seu objetivo é a redução dos riscos ao investir. O fundo garantidor de crédito faz a cobertura, até um determinado valor, para que o pagamento ao investidor seja feito, principalmente nos casos em que ela quebre. 

O FGC é um apoio fundamental, principalmente quando você investiu em uma instituição financeira por anos e, por algum motivo, ela venha a falir. Esses momentos podem ser desesperadores, mas existe essa cobertura. 

Por esse motivo, é necessário conhecer mais sobre o FGC, descobrindo quais são as instituições cobertas por ele. Dessa maneira, você não perde todo o seu patrimônio ou, pelo menos, uma grande parte dele. 

Então, o FGC nada mais é do que uma entidade que visa manter a confiança do investidor com a instituição. Ao mesmo tempo, ela contribui para que o mercado de investimentos continue funcionando corretamente. 

Portanto, além de ser benéfico para os investidores brasileiros, essa entidade também previne que situações de emergência venham a prejudicar o sistema bancário e financeiro do país. 

Porém, é importante ressaltar que, não são todos os produtos que possuem a cobertura do FGC. Nem mesmo todas as operações que são feitas com a renda fixa. Conhecer as características desse aspecto é de extrema importância. 

Quais são os investimentos que possuem cobertura do FGC?

Antes de mais nada, é importante dizer que existe um valor máximo que retornará ao investidor em situações de emergência. Basicamente, o teto é de R$ 250 mil, com um limite de R $1 milhão a cada 4 anos. 

Além disso, esse limite é estabelecido para as operações feitas com o mesmo CPF ou CNPJ. Sendo assim, independentemente do investimento que o investidor fizer, em situações de emergência, o valor retornado continua sendo de R$ 250 mil. 

No caso de contas conjuntas, o valor que será retornado ao investidor será de R$ 125 mil para cada uma delas. Ou seja, ele será dividido de maneira igualitária para ambas as partes envolvidas. 

Sobretudo, as modalidades de investimentos asseguradas pelo fundo garantidor de crédito são as seguintes: 

  • CDB, 
  • RDB, 
  • LCI, 
  • LCA, 
  • LC,
  • LH. 

Todos os depósitos ou saques dos valores deverão ser feitos com aviso prévio. Portanto, outras modalidades de fundos de investimentos, incluindo a previdência privada, não são cobertos pelo FGC. 

O motivo disso acontecer é simples de compreender: esses investimentos são coletados coletivamente, ou seja, o seu patrimônio é de várias pessoas. 

Mas os fundos de garantia possuem o seu próprio modelo de regulamentação em casos de quebra ou falência da instituição. Nessas situações, os cotistas podem optar por uma outra instituição, não gerando nenhum prejuízo em seu patrimônio.

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Quando o FGC foi criado?

Criado no ano de 1995, o fundo garantidor de crédito começou com um limite de apenas R $20 mil. Desde a sua fundação até o ano de 2001, honrando o pagamento de 23 instituições financeiras e liquidados.

Já no ano de 2006, a garantia passou a ser de R $60 mil e, em 2009, ela passou a dar o DPGE como garantia. Atualmente, como citado anteriormente, o limite é de R $250 mil, sendo esse desde o ano de 2013.

De acordo com a própria entidade, o seu principal objetivo no mercado é a proteção dos investidores. Além de manter uma contribuição para a estabilidade financeira de nosso país, principalmente em situações de crise. 

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